terça-feira, 30 de abril de 2013

Sobre o EPF (Exame Parasitológico de Fezes)

Para a coleta do exame parasitológico de fezes (EPF) geralmente os laboratórios ou o médico fornecem o pote coletor de fezes. Colher o material sobre um papel ou plástico e transferir para o pote com aquela colherzinha que vem dentro do pote é a melhor forma. Não utilizar laxantes ou supositório. Evitar contaminação com urina.



Em alguns casos, o médico pode pedir três (03) amostras colhidas em dias diferentes, para isso o laboratório fornece um frasco com o MIF (Merthiolate-Iodo-Formol) na dosagem correta, que serve para coletar as amostras e acondicioná-las o tempo necessário. Não congelar.O material deverá ser colhido mesmo apresentando-se diarréico, muco, pus ou sangue.


Apenas o tamanho referente a meia colher de sopa é suficiente. Ter o cuidado para não ultrapassar a metade do frasco. Respeite o profissional do laboratório, não encha o frasco até a tampa. Isto é altamente deselegante. Se o exame der negativo, virá escrito: NEGATIVO, claro! Se o exame der positivo, virá escrito o nome do verme encontrado, geralmente, encontram-se ovos ou cistos que significa presença do verme. Alguns laboratórios preferem colocar o nome da verminose (giardíase, amebíase, por exemplo).

O médico solicita o EPF (Exame Parasitólogico de Fezes), quando quer pesquisar a presença de vermes parasitas no nosso organismo, principalmente crianças. É utilizado para identificação de diversas infestações parasitárias, ovos ou larvas de helmintos e de cistos de protozoários. Isso é importante, pois, em casos de contaminação grave, outros exames como o hemograma pode se alterar.

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