terça-feira, 25 de março de 2014

Hemoglobina

Esse exame mede a quantidade de hemoglobina, uma proteína das hemácias, em uma amostra de sangue, o que indica a capacidade do sangue de transportar oxigênio para os tecidos. Quando a hemoglobina está baixa, a pessoa está com anemia, estado em que o corpo não recebe oxigênio suficiente, o que causa fadiga e fraqueza.



A molécula de hemoglobina é composta de quatro cadeias,
 cada uma com um grupo heme contendo um átomo de ferro. 
O ferro é responsável pela ligação do oxigênio na hemoglobina
 e também pela cor vermelha apresentada pelo sangue.



A hemoglobina aumenta quando o número de hemácias aumenta, e diminui até abaixo do normal, indicando anemia, quando diminui a produção ou aumenta a destruição de hemácias, e quando há perda de sangue devido a sangramento.


O Exame

Uma amostra de sangue é obtida inserindo uma agulha em uma veia do braço ou por uma picada em um dedo (crianças e adultos) ou em um calcanhar (recém-nascidos).
A hemoglobina faz parte da avaliação de saúde. O exame é usado para:
Avaliar a gravidade e anemia ou de policitemia.
Monitorar a resposta ao tratamento de anemia ou de policitemia.
Avaliar decisões sobre transfusão de sangue, quando a anemia é grave.


A hemoglobina é pedida, em geral, como parte do hemograma, que é solicitado por muitas razões, incluindo uma avaliação geral de saúde. O exame é feito a intervalos regulares para acompanhar um sangramento, anemias crônicas ou policitemia.
Os valores normais em adultos variam entre 12,0 e 18,0 g/dL.

Valores acima do normal podem resultar de:

Desidratação, 
Produção excessiva de hemácias na medula óssea,
Doença pulmonar grave,
Outras causas.

Valores abaixo do normal indicam anemia, que pode ser resultado de:

Deficiência de ferro, de vitamina B12 ou de folato.
Defeitos hereditários da hemoglobina, como anemia falciforme e talassemias.
Outros problemas hereditários como defeitos enzimáticos.
Cirrose hepática.
Sangramento excessivo,
Destruição excessiva das hemácias.
Doença renal.
Outras doenças crônicas.
Anemia aplástica.
Câncer afetando a medula óssea.
O nível de hemoglobina diminui um pouco durante a gravidez.

Os níveis de hemoglobina são máximos por volta das 8 horas da manhã e mínimos próximo às 20 horas.

Fumantes têm níveis de hemoglobina mais altos que não fumantes.

Pessoas que vivem em locais de grande altitude apresentam níveis mais altos de hemoglobina, em resposta à quantidade menor de oxigênio disponível no ar nessas regiões.

O nível de hemoglobina é um pouco mais baixo em idosos, mulheres e crianças.

Os exercícios não afetam o nível de hemoglobina, mas desidratação pode causar aumento temporário .

Mulheres em idade fértil podem ter diminuições temporárias nos períodos menstruais e na gravidez.

Alguns sinais de níveis baixos de hemoglobina são fadiga, fraqueza, palidez e falta de ar.

Uma dieta com vegetais e alimentos ricos em ferro pode ser benéfica. O Prof.Dr. Celso Guerra recomendava ainda que o feijão fosse preparado em panelas de ferro (e não de alumínio), o que aumenta a quantidade de ferro na dieta e dá um sabor muito agradável ao alimento.




Fonte:http://www.labtestsonline.org.br/

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Pesquisa de Sangue Oculto Fecal


A amostra

O exame sangue oculto fecal pesquisa sangue nas fezes que não é percebido pelo simples olhar. O resultado positivo indica sangramento em algum ponto do tubo digestivo.


Há vários métodos de pesquisa de sangue nas fezes. 




Teste do Guáiacol


No método de cartões com guaiacol, o médico ou o laboratório fornece um ou mais cartões de teste.A reação do Guáiaco é uma técnica baseada na reação do guáiaco, uma resina natural extraída a partir da madeira da Guaiacum officinale, uma árvore nativa do Caribe e da costa norte da América do Sul, que tem como princípio a atividade pseudoperoxidase da hemoglobina, liberando o oxigênio do peróxido de hidrogênio do heme, que por sua vez catalisa a oxidação dos compostos fenólicos presentes no guáiaco (incolor) resultando na formação de quinona colorida (azul). O guaiaco é também aplicado para o tratamento da sífilis, estimular o sistema digestivo, tratar o reumatismo, dores de garganta causadas pela faringite e laringite e aliviar dores de dentes. São usadas várias amostras de fezes, em geral de três evacuações diferentes e em três dias consecutivos. Cada amostra é colhida em um frasco limpo e não deve ser contaminada com urina ou com água. Um cartão reagente é identificado com o nome do paciente e a data. É aplicada uma camada fina de fezes com um bastão na área marcada do cartão. Quando a amostra seca, o cartão é entregue ao médico ou ao laboratório.



Teste de Haemocult

Utilizado pela primeira vez em 1967, por David H. Greegor, na Alemanha, o Teste de Haemocult é um teste de rastreio simples que detecta sangue nas fezes (movimentos intestinais). É um teste muito sensível e pode detectar um pequeno traço de sangue antes mesmo que seja visível a olho nu. Em medicina, o prefixo “heme” refere-se a sangue, como em “hematologia”. O sangue que está escondido ”a olho nu” é chamado de sangramento “oculto” , daí o nome Hemoccult para “sangue oculto”.

O exame baseia-se na recolha de 3 amostras de fezes que são espalhadas em uma camada fina na parte da frente de um envelope para teste, no qual serão aplicadas duas gotas de solução (resina do guáiaco) para revelação. Caso o exame apresente resultado positivo, após 30 segundos haverá uma coloração azul a qual provem da conversão do guáiaco incolor pela ação da atividade pseudoperoxidase na presença de um desenvolvedor presente no envelope que contém peróxido de hidrogênio. Caso seja negativo não haverá mudança de coloração.

Teste HEXAGON OBScreen


Esse método é composto de um papel impregnado com guáiaco emoldurado por um cartão grosso que permite a aplicação de amostras de um lado e o desenvolvimento e interpretação de outro lado. Quando uma amostra fecal contendo sangue oculto é aplicada no papel teste, o contato é feito entre a hemoglobina e o guáiaco. A reação da pseudoperoxidade ocorrerá após 30 segundos com a formação do cromatógeno azul.


Reação da benzidina (teste de Adler Ascarelli)

A técnica consiste em espalhar uma pequena quantidade de fezes sobre o papel de filtro limpo e colocar duas gotas de água oxigenada sobre o esfregaço. Adicionar duas gotas de solução de benzidina. Observar a cor imediatamente. Se não houver mudança de cor, a reação é negativa. Cor esverdeada-azulada é reação fracamente positiva, sendo a cor azul intensa indicativo de reação positiva.

Reação de Meyer-Johannessen

Esse método consiste na redução da fenolftaleína pelo zinco para anidrido ftálico, que é oxidado pelo oxigênio liberado da água oxigenada pelo sangue, transformando-se de novo em fenolftaleína. Tem-se uma coloração vermelha pelo fato do meio ser alcalino. Coloca-se 5 ml de uma diluição de fezes próximo a 5% em um tubo de ensaio e adiciona 0,5 a 1,0 ml do reativo de Meyer-Johannessen , em seguida, duas a quatro gotas de água oxigenada. Caso haja presença de sangue, surge uma coloração vermelha imediatamente. As diferentes variações da coloração avermelhada são classificadas em positivas de uma a quatro cruzes.

Os testes citados acima requerem uma dieta especial antes do exame feita pelo paciente.

Exame de fezes imunoquímico

Esse método é um teste imunoensaio cromatográfico utilizando dois anticorpos monoclonais para a detecção da hemoglobina humana nas fezes. Este é o único método no qual são dispensados os cuidados e preparativos dos pacientes, citados como essenciais para todas as demais técnicas citadas. Pelo fato de utilizar anticorpos criados contra a molécula de globina da hemoglobina humana, esse teste detecta a presença intacta de hemoglobina humana ou os produtos da sua degradação precoce. Eles evitam a interferência de compostos que são conhecidos por afetar os testes de sangue oculto.


Esses métodos podem detectar sangue proveniente de qualquer parte do tubo digestivo, incluindo sangramento nas gengivas após procedimentos dentários ou causado por doença das gengivas. Também pode ser detectado sangramento gástrico após tomar aspirina. Por isso, recomenda-se que o paciente evite fazer qualquer procedimento dentário e usar aspirina por até três dias antes da colheita da amostra.


Esses dois exames dependem de uma reação química que provoca alteração de cor quando o teste é positivo. Alguns alimentos, como carne vermelha, brócolis, nabo e rabanetes, medicamentos, como colchicina, e oxidantes, como iodo e ácido bórico, podem provocar a mesma reação mesmo sem haver sangramento digestivo (resultado falso positivo). Por outra lado, a vitamina C inibe a reação, mesmo na presença de sangue (resultado falso negativo).

O médico ou o laboratório fornecem uma lista dos cuidados a serem tomados antes da colheita, que também estão relacionados no kit de colheita. Fale com seu médico antes de suspender qualquer medicamento.

Para o método imunoquímico, nenhuma preparação é necessária. Esse exame só detecta sangramento da parte final do tubo digestivo (cólon).


O principal uso do sangue oculto fecal é para triagem de câncer de cólon. Sangue nas fezes pode ser o único sinal de câncer inicial e sua detecção precoce aumenta a probabilidade de cura. A presença de sangue oculto pode ser devida a outras doenças, e são necessários outros procedimentos para descobrir a causa do sangramento.

Sangue oculto fecal também é usado para pesquisar uma causa de anemia, como sangramento de úlcera. O médico pode pedir o exame se o paciente apresenta sinais e sintomas de anemia, como fadiga e queda da hemoglobina e do hematócrito.


A pesquisa de sangue oculto fecal é feita com maior frequência como parte de um exame de rotina. É usada principalmente para triagem de câncer de cólon. A  American Cancer Society e outras organizações recomendam que o exame seja realizado anualmente por quem tem mais de 50 anos de idade. A maioria das pessoas que faz o exame é assintomática, ou seja, não apresenta sintomas.



O medico também pode pedir esse exame se o paciente apresentar uma anemia não explicada, possivelmente causada por sangramento no tubo digestivo.


O sangue oculto fecal normalmente é negativo. Um resultado positivo significa que há sangramento em alguma parte do tubo digestivo, possivelmente devido a sangramento gengival ou nasal, úlceras, doença inflamatória intestinal, diverticulite, bleeding polipose, hemorroidas ou tumores benignos ou malignos. Qualquer protrusão para o lúmen intestinal, como um pólipo ou um tumor, sofre o atrito do bolo fecal e pode apresentar sangramento intermitente. Com frequência, uma pequena quantidade de sangue é o primeiro e o único sinal precoce de câncer de cólon, o que torna esse exame uma valiosa ferramenta de triagem.


O sangramento intestinal, especialmente de pólipos e tumores, pode ser intermitente. A colheita de três amostras em dias sucessivos aumenta a probabilidade de detecção nesses casos.

Perguntas frequentes

1. Os exames feitos em casa são tão bons quanto os enviados para o laboratório?


O exame do vaso sanitário é bastante sensível, mas o médico pode preferir os que são enviados ao laboratório (cartão de guaiacol ou método imunoquímico). Como a mudança de cor está sujeita à interpretação do observador, exames enviados a um laboratório podem ser mais confiáveis porque os profissionais de laboratório têm mais experiência na interpretação de alterações sutis de cor e conhecem as causas de resultados falso negativos e falso positivos.


2. Que tipos de procedimentos são feitos após resultado positivo de sangue oculto fecal?


O sangue oculto fecal pode ser precedido por um exame retal digital e seguido por: 

Fonte: AQUI

1 . Sigmoidoscopia: exame do reto e da parte inferior do cólon com um instrumento iluminado para procurar anormalidades, como pólipos; 

2 . Colonoscopia: exame endoscópico mais completo do reto e de todo o cólon;

3 . Clister opaco: técnica radiológica de exame do cólon e do reto.


3. Há outros exames de fezes para pesquisa de câncer colorretal?


Sim. Há um exame que pesquisa certas alterações do DNA nas células tumorais que descamam nas fezes. Os estudos mostram que esse exame tem uma sensibilidade aceitável, embora não identifique todos os tipos de câncer colorretal. Em 2008, a American Cancer Society e outras entidades adicionaram esse exame à lista dos recomendados para triagem de câncer colorretal.


            http://www.especialista24.com/

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Entenda o Hemograma




Como o exame é usado? 

O hemograma é usado como um exame de triagem de distúrbios como anemia, infecção e muitos outros. Na realidade, é um painel de testes que examina as diferentes células do sangue, incluindo: 

· Contagem de leucócitos: mede o número de leucócitos de qualquer tipo em um volume de sangue. Aumentos e diminuições podem ter significado. 

· Contagem diferencial de leucócitos: determina a proporção de cada tipo de leucócitos. Há cinco tipos diferentes:neutrófilos, linfócitos, monócitos, eosinófilos, e basófilos. 

· Contagem de hemácias: mede o número de hemácias em um volume de sangue. Diminuição ou aumento indicam estados anormais. 

· Hemoglobina: mede a quantidade de hemoglobina em um volume de sangue. 

· Hematócrito: mede o volume percentual de hemácias em um volume de sangue. 

· Contagem de plaquetas: determina o número de plaquetas em um volume de sangue. Aumentos e diminuições podem indicar anormalidades com sangramento excessivo ou risco de coágulos. O volume plaquetário médio (MPV) é uma medida do tamanho médio das plaquetas. Plaquetas novas são maiores, e um aumento do MPV ocorre quando aumenta a produção de plaquetas. O MPV dá ao médico uma indicação da produção de plaquetas na medula óssea. 

· Volume globular médio (VGM ou VCM ou MCV): é uma medida do tamanho médio das hemácias. Aumenta quando as hemácias são maiores que o normal (macrocitose), como na anemia causada por deficiência de vitamina B12. Diminui quando as hemácias são menores que o normal (microcitose), como visto na anemia por deficiência de ferroe na talassemia. 

· Hemoglobina globular média (HGM ou HCM): é um cálculo da quantidade média de hemoglobina em cada hemácia. Hemácias macrocíticas são maiores e têm uma HGM maior. Hemácias microcíticas são menores e têm uma HGM menor. 

· Concentração de hemoglobina globular média (CHGM ou CHCM): é um cálculo da quantidade de hemoglobina em um volume de hemácias. Valores baixos são vistos quando a hemoglobina está diluída dentro das hemácias, como na anemia por deficiência de ferro e na talassemia. Valores aumentados ocorrem quando a hemoglobina está mais concentrada dentro das hemácias, como em pacientes queimados e na esferocitose hereditária. 

· Amplitude de distribuição das hemácias (RDW): indica a variação de tamanho das hemácias. Em algumas anemias, como a anemia perniciosa, a variação do tamanho (anisocitose) e do formato das hemácias (poiquilocitose) causa um aumento da RDW. 


Quando o exame é pedido? 

O hemograma é um exame muito comum. Muitos pacientes o fazem como parte da avaliação de seu estado de saúde geral. Se o paciente estiver bem e as populações de células do sangue normais, não há necessidade de fazer outro hemograma até que haja alterações do estado de saúde ou quando o médico determinar. 

Se o paciente tem sintomas como fadiga e fraqueza, ou infecção, inflamação, equimoses ou sangramento, o médico pode pedir um hemograma para avaliar a causa. Aumento dos leucócitos pode confirmar uma infecção e sugerir outros exames para identificação da causa. 

A diminuição da contagem de hemácias (anemia) pode ser mais avaliada por alterações do tamanho e da forma das hemácias, para determinar se a causa é diminuição da produção, aumento da perda de sangue ou destruição excessiva de hemácias. Uma contagem de plaquetas baixa ou muito alta pode confirmar uma causa de sangramento excessivo ou uma tendência a trombose, e pode estar associada a doenças da medula óssea, como leucemia. 

Muitas doenças ou estados clínicos resultam em aumento ou diminuição das populações de células. Algumas exigem tratamento, enquanto outras se resolvem sozinhas. Determinadas doenças, como câncer (e quimioterapia) podem afetar a produção de células na medula óssea, aumentando a proporção de um tipo de célula ou diminuindo a produção total de células. Alguns medicamentos podem aumentar a contagem de leucócitos, e deficiências de algumas vitaminas e minerais podem causar anemia. O médico pode pedir o hemograma periodicamente para monitorar esses problemas e seu tratamento. 

O que significa o resultado do exame?

O quadro abaixo explica o significado de aumentos ou diminuições de cada componente do hemograma.


EXAME
O QUE É
AUMENTO OU DIMINUIÇÃO
Leucócitos
Contagem de leucócitos
Aumento com infecções, inflamação, câncer, leucemia. Diminuição com alguns medicamentos (como o metotrexato), alguns processos autoimunes, algumas infecções graves e destruição ou aplasia da medula óssea.
Neutrófilos %
Proporção deneutrófilos/Bast/Seg/Gran
Essa é uma população que varia um pouco a cada dia, dependendo do que ocorre no corpo. Aumentos ou diminuições de tipos específicos estão associados a diferentes problemas agudos ou crônicos. Um exemplo é a elevação do número de linfócitos vista na leucemia linfoide crônica. Aumento dos eosinófilos pode sugerir parasitoses ou alergias. Para mais informações, veja esfregaço de sangue e leucócitos.
Linfócitos %
Proporção de linfócitos
Monócitos %
Proporção de monócitos
Eosinófilos %
Proporção de eosinófilos
Basófilos %
Proporção de basófilos
Neutrófilos
Contagem de neutrófilos 
Linfócitos
Contagem de linfócitos 
Monócitos
Contagem de monócitos 
Eosinófilos
Contagem de eosinófilos
Basófilos
Contagem de basófilos 
Hemácias
Contagem de hemácias 
Diminuição em alguns tipos de anemias. Há aumento quando ocorre produção excessiva (policitemia) ou quando há concentração por perda de líquido, como em diarreias, desidratação ou queimaduras.
Hemoglobina
Dosagem de hemoglobina
Reflete o resultado da contagem de hemácias.
Hematócrito
Proporção de hemácias
Reflete o resultado da contagem de hemácias.
VGM
Volume globular médio
Aumenta nas deficiências de folato e de vitamina B12. Diminui na deficiência de ferro e nas talassemias
HGM
Hemoglobina globular média
Reflete o resultado do VGM.
MCHC
Concentração de hemoglobina globular média
Pode diminuir quando o VGM está baixo. O aumento é limitado pela quantidade de hemoglobina que cabe na hemácia.
RDW
Distribuição de tamanho das hemácias
Aumento da RDW indica variação de tamanho das hemácias. Hemácias imaturas são maiores.
Plaquetas
Contagem de plaquetas
Diminuídas ou aumentadas em estados que afetam a produção. Aumentadas com sangramento. Diminuídas em alguns distúrbios hereditários (Wiskott-Aldrich, Bernard-Soulier), lúpus eritematoso sistêmico,anemia perniciosa, hiperesplenismo (são retiradas da circulação pelo baço), leucemia e quimioterapia.
MPV
Volume plaquetário médio 
Varia com a produção de plaquetas porque as mais jovens são maiores.